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última atualização: 30/05/08

 

 

 

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Semana de 19 a 26 de julho de 2001

 

Sindicato dos Artistas Plásticos do Estado de São Paulo

 

A associação entre o belo e o bom teve por conseqüência a associação entre o feio e o mau.

Assim, as personagens más da estórias infantis são feias, como as bruxas, enquanto as heroínas são formosas.

Satanás é representado em formas monstruosas nas catedrais góticas, e sua feiúra tem por finalidade colocar o fiel no caminho da virtude através do medo.

Se toda a arte de estilo clássico desde os gregos buscava ser bela, o século XX vai resgatar o feio como um instrumento da luta modernista contra o classicismo. 

Ao abandonar o belo, as vanguardas abriram todo um leque de novos sentimentos estéticos.

Munch, 1893, O grito, caseína, crayon e têmpera sobre tela, Nasjonalgall Gallery, Oslo, Noruega. O artista deforma a figura e converte-a num grito contra a tradição clássica da pintura.

O objeto feio pode ser expressivo, trágico, grotesco, perturbador ou inventivo e, é claro, sua observação pode causar grande prazer.

O século XX desenvolveu um gosto pelo feio. Formalmente, podemos definir o feio como o oposto visual do belo, isto é, como o que se apresenta disforme, desordenado ou desproporcional.

Introdução
Belo
Sublime
Catarse
Gosto
Trágico
Grotesco
Prazer
Imaginação
Admiração
Estranhamento
Empatia
Feio
Cômico
Estética e Biologia
Ilusões visuais

 

 

 

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