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última atualização: 30/05/08

 

 

 

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Semana de 19 a 26 de julho de 2001

 

Sindicato dos Artistas Plásticos do Estado de São Paulo

 

O belo é o fruto maior do classicismo. Eu posso gostar do que é feio, do que é amargo ou assustador, portanto não é o gosto que define o que é belo.

Acompanhando a milenar tradição clássica, podemos definir o belo formalmente, isto é, a partir de certas características das formas dos objetos.

 Estando presentes estas características, o objeto tem larga chance de ser belo. Posso não gostar dele, posso considerá-lo frio e distante como um estranho extraterrestre alheio às imperfeições e paixões da vida, mas ele adequa-se aos critérios de beleza de 20 séculos de arte e arquitetura.

Três destas características formais são a ordem, a simetria e a proporção. Pensadas na Grécia clássica, estas três categorias atravessaram milênios de história, informando muita da arte gótica, renascentista, neoclássica etc. até os dias de hoje.

Vênus de Milo, mármore, altura 202 cm., encontrada em Milo, 130-120 a.C., Museu do Louvre. Padrão de beleza clássica, especialmente pelo uso da seção áurea para determinar as proporções.

Introdução
Belo
Sublime
Catarse
Gosto
Trágico
Grotesco
Prazer
Imaginação
Admiração
Estranhamento
Empatia
Feio
Cômico
Estética e Biologia
Ilusões visuais

 

 

 

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